Finalmente chegou o momento de fazer um post sobre a pessoa que sou muito fã e considero a melhor cantora do mundo: Janis Lyn Joplin, conhecida também como “Pearl” pela sua brancura inigualável.
Se estivesse viva ela completaria hoje 68 anos, praticamente a vovó do rock... do blues! Fico imaginando como seria se Janis estivesse viva. Provavelmente, “veinha” que só, estaria cantando mais do que nunca, com aquela voz rouca e marcante, com aqueles cabelos despenteados, com aquele colete dourado de crochê que ela nunca tirava e com aquele ar de tristeza e solidão que só ela tinha...
Já imaginou ligar o rádio local hoje e ouvir o mais recente sucesso de Janis? Ou ligar a televisão e ver na MTV seu mais novo clip? Ou melhor ainda, a notícia de uma turnê mundial para comemorar seus quase 70 anos incluindo uma passagem pelo Brasil? Não seria nada mal viu...
Pena que o sonho acabou quando, por conta de uma overdose de heroína no dia 04 de outubro de 1970, Janis morre com apenas 27 anos de idade sozinha num quarto de hotel. Algumas revistas de rock dizem que ela morreu de “tudo”: excesso de bebida e droga, de alegria e tristeza, sucesso e preconceitos, amores e solidão. Mas Janis era assim mesmo, tudo junto e misturado! Por isso foi uma cantora tão diferente e especial.
Mas como já tem 40 anos que Janis se foi, o jeito é ligar o aparelho de som de casa, do carro ou o mais próximo que tiver e mandar bala numa música dela celebrando o dia de hoje. Eu já estou com minha vitrola no talo rodando o vinil “Pearl” e recomendo demais a música “Me and Bobby McGee” para a ocasião, que aliás é a minha preferida.
Celebremos Janis Joplin!!!





















