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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Para o que vivem as pessoas?

O vídeo abaixo se chama Dream Rangers e é um curta lançado para o TC Bank de Taiwan, baseado em uma história real. Cinco amigos se reúnem após a morte de um sexto amigo, para reviver a juventude de motociclistas percorrendo Taiwan. O detalhe é que todos possuem cerca de 80 anos e cada um tem algum problema para lidar: um não ouve, outro tem câncer, três estão com doenças cardíacas e todos têm artrite degenerativa, sem contar as perdas pessoais. Foram 6 meses de preparação e 13 dias (1139 km) viajando de moto por Taiwan, do norte ao sul, da noite para o dia, por uma razão simples: pelo que as pessoas vivem? Sonhos!

É claro que tem toda uma história sobre motos e motociclistas, que deixa os apaixonados por moto ainda mais fascinados. Mas a essência mesmo do vídeo creio ser outra, vai mais além... Vale a pena conferir e se emocionar com esse exemplo de perseverança e luta pela vida!


sexta-feira, 1 de abril de 2011

Na natureza selvagem

Em 2008 fui apresentada a um certo filme chamado “Na natureza selvagem” através de um amigo meu, que me deu o DVD, me disse que tinha uma linda trilha sonora do Eddie Vedder (vocalista do Pearl Jam), que a história do filme era muito legal, etc., etc., etc. Só que 3 anos se passaram e nunca dei muita “ligança” para o filme. Que arrependimento! Acabo de assisti-lo, por pura falta de opção, é verdade, mas só consigo pensar no porquê de não tê-lo assistido antes. O filme é simplesmente belíssimo!

Na natureza selvagem (ou Into The Wild) foi lançado em 2007 sob a direção de Sean Penn. O roteiro é baseado no livro homônimo do jornalista Jon Krakauer que relata a história verídica de Christopher McCandless, um jovem recém-formado que, na década de 90, abre mão de tudo o que tem. Ele doa todas as suas economias para caridade, coloca uma mochila nas costas e se aventura pelos EUA em busca de liberdade até chegar ao Alasca. Ao longo do caminho, Christopher depara-se com uma série de personagens que irão mudar sua vida para sempre.

Vale muito a pena assisti-lo, pois além de ótima trilha, ótimos atores, ótimo diretor e ótima história, existe uma mensagem interessante que nos faz refletir sobre o modo de vida que levamos atualmente.

Assistam ao trailer e confiram que belezura de filme!


Fica a dica! ;-)

terça-feira, 1 de junho de 2010

9 – A Salvação

Em 2004, Shane Acker fez um curta-metragem chamado 9. Shane era estudante da UCLA e formou-se em Arquitetura, Urbanismo e Animação. Além de vários prêmios em festivais universitários, o curta foi exibido no Festival de Sundance de 2005 e indicado ao Oscar de Melhor Curta-Metragem em 2006.

A intensidade da trama despertou interesse e surgiu a proposta de adaptar o pequeno 9 em um longa-metragem, por nada mais, nada menos que Tim Burton, um dos mais cultuados animadores e diretores da atualidade. Tim assinou a produção junto de Timur Bekmambetov (O Procurado), e o roteiro foi de Pamela Pletter (corroteirista de A Noiva-Cadáver, de Tim Burton).


E assim, em 09/09/2009, lançam a animação “9 – A Salvação”. A trama se desenvolve num mundo paralelo, pós-apocalíptico em que os humanos foram dizimados. O nº 9 é um boneco de pano que ganha vida e, por acaso, encontra uma pequena comunidade de outros como ele, que estão escondidos das terríveis máquinas que vagam pela Terra com a intenção de exterminá-los. Apesar de ser o novato do grupo, 9 convence os demais que ficar escondido não os levará a nada. Eles devem tomar a ofensiva se quiserem sobreviver, mas antes, precisam descobrir por que as máquinas querem destruí-los. Como eles saberão em breve, o futuro da civilização pode depender deles. Além de 9 (Elijah Wood), o grupo é formado por 1, um veterano de guerra dominado (Christopher Plummer); 2, um inventor (Martin Landau); 5, um mecânico (John C. Reilly); 6, um artista visionário (Crispin Glover); 7, uma brava guerreira (Jennifer Connelly) e 8, um bruta-montes (Fred Tatasciore).

Segundo as críticas, existe certa semelhança do longa com o filme Wall-E (2008), principalmente no que diz respeito ao rumo que a humanidade toma, já visto no filme do robozinho da Pixar. O curioso é que durante o filme também me lembrei de Wall-E, mas ainda assim acho que 9 tem sua diferença e sua excelência.

Se quiserem tirar a prova, assistam “9 – A Salvação”, a começar pelo trailler:

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Grey’s Anatomy: não é mais do mesmo!

O dia-a-dia no Seattle Grace Hospital, amizades entre internos, rivalidades entre residentes, chefes galanteadores, chefe “nazista”, casais apaixonados ou problemáticos, histórias mirabolantes, histórias emocionantes, McDreamy, McSteamy, namoricos no quartinho de descanso, problemas na família, cervejas no bar do Joe, Meredith Grey e Derek Shepherd.

O seriado Grey’s Anatomy vai muito além de casos de doenças, internações e plantões de hospital. E ao contrário do que muitos dizem, para quem realmente conhece sabe que o conteúdo é diferente daquele seriado do passado, Plantão Médico (E.R.). Em Grey’s Anatomy não importa mostrar (só) sangue, cortes e operações a toda hora, eles mostram também o que mais pode acontecer diariamente num hospital, inclusive as relações que podem surgir num lugar como este, as histórias de pacientes, de internos, de residentes, de chefes. Assistindo Grey’s Anatomy você pode rir muito com alguns capítulos, pode se emocionar também, assim como pode se identificar com as histórias, com as pessoas, com os lugares.

É claro que sou muito, muito, muito fã mesmo do seriado, por isso é que estou aqui falando bem dele. E o curioso é que assisti pela 1ª vez no SBT, nas férias, com aquela dublagem esquisita, como sempre. Depois disso não resisti e baixei as 5 primeiras temporadas de uma só vez e entrei em overdose total de Grey’s Anatomy. Se vocês ainda não assistiram, assistam, é viciante!

Para quem quiser conhecer um pouco (ou um pouco mais) sobre a história do seriado, sobre os personagens, ver vídeos, fotos, acessem o site oficial (Brasil) do Grey’s Anatomy.


terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Obrigado por fumar!

Ontem vi um filme que gostei muito, recomendo e acho que vocês vão gostar. Ele tem um título um tanto quanto estranho, mas quando você assiste entende perfeitamente. O formato, o roteiro e a narrativa são muito interessantes, sai um pouco do comum, do tradicional hollywoodiano.

“Obrigado por fumar” (Título original: Thank you for smoking), dirigido por Jason Reitman, não é um filme novo, foi lançado em 2006, mas conta com um elenco recheado de talentos onde se despontam o ator Aaron E. Eckhart (O Duas-Caras de "Batman – O cavaleiro das trevas"), a atriz Katie Holmes (isso, a esposa do Tom Cruise), Rob Lowe (aquele ator famoso das antigas...?), e tantos outros.


Eu não ia colocar a sinopse aqui, pois eu acho que quem lê acaba desistindo um pouco do filme, pois aparentemente o enredo não parece ser tão instigante. Mas garanto que o filme é muito mais do que esse resumo aí embaixo. Tem cenas engraçadas, cenas hilárias e cenas carregadas de  um humor negro que faz a gente refletir sobre as coisas... Enfim, vale a pena conferir!

E para os mais descrentes, eis a sinopse!

Nick Naylor (Aaron Eckhart) é o principal porta-voz das grandes empresas de cigarros, ganhando a vida defendendo os direitos dos fumantes nos EUA. Desafiado pelos vigilantes da saúde e também por um senador oportunista, Ortolan K. Finistirre (William H. Macy), que deseja colocar rótulos de veneno nos maços de cigarros, Nick passa a manipular informações de forma a diminuir os riscos do cigarro em programas de TV. Além disto, Nick conta com a ajuda de Jeff Megall (Rob Lowe), um poderoso agente de Hollywood, para fazer com que o cigarro seja promovido nos filmes. Sua fama faz com que Nick atraia a atenção dos principais chefes da indústria do tabaco e também de Heather Holloway (Katie Holmes), a repórter de um jornal de Washington que deseja investigá-lo. Nick repetidamente diz que trabalha apenas para pagar as contas, mas a atenção cada vez maior que seu filho Joey (Cameron Bright) dá ao seu trabalho começa a preocupá-lo.

Bom filme!
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